A organização da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, ainda deve pelo menos R$ 340 mil a sete empresas contratadas para prestar serviços durante o evento realizado há mais de três anos no país. Esta é soma dos valores de nove protestos registrados em cinco cartórios diferentes em São Paulo e Rio que ainda estão em aberto, portanto, sem solução ou pagamento. Os calotes incluem serviços de limpeza, segurança, transporte de encomendas e até a contratação de atores e atrizes para a abertura e encerramento da competição.

Das empresas que tiveram o prejuízo, uma fechou as portas no início deste ano.

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