Impulsionado pela crise econômica e pelo desemprego, o número de consumidores endividados que ficaram com o nome sujo na praça – ou seja, foram incluídos em cadastros de proteção ao crédito – atingiu níveis recordes no primeiro semestre de 2017. Mas mesmo quem está devendo tem direitos a serem respeitados, seja para negociar ou para garantir sua honra.

A advogada Maria Stella Gregori, professora de Direito do Consumidor na PUC/SP, ressalta a importância do controle financeiro para evitar o endividamento. Em tempos de crise, contudo, imprevistos podem desestruturar o orçamento familiar. A lista de inadimplentes do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) recebeu 1,5 milhão de novos nomes de janeiro a junho, chegando ao fim do semestre com 59,8 milhões de registros, o equivalente a 39,6% da população adulta. O recorde ocorreu em maio, quando 60,1 milhões de pessoas estavam com o nome negativado.

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