Entre janeiro e abril de 2017, dos mais de três milhões de títulos enviados a protesto, 42% vieram do poder público. O crescimento foi de 223% se comparado ao mesmo período de 2014, quando o volume foi de apenas 13%. Prefeituras, governos, empresa de energia têm utilizado os cartórios de protesto para cobrar dívidas em razão de vantagens como rapidez na recuperação de crédito e segurança jurídica. Os cartórios são atividade pública de caráter privado e são auxiliares da justiça. Por isso, têm atribuição legal para fazer esta cobrança.

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